A JuLIA Sentinela foi desenvolvida para ampliar o acesso à proteção judicial de mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Por meio do WhatsApp, a solução oferece um canal simples e acessível para que a usuária relate sua situação e, quando necessário, solicite uma medida protetiva de urgência.
Durante o atendimento, a inteligência artificial conduz a conversa em linguagem simples, identifica situações potencialmente relacionadas à violência doméstica e coleta as informações necessárias para dar continuidade à solicitação. O sistema também auxilia no preenchimento do Formulário Nacional de Avaliação de Risco (FONAR), reunindo dados sobre a vítima, o agressor e a ocorrência.
O acesso é realizado diretamente pelo WhatsApp. A partir da conversa com a JuLIA, o atendimento acontece de forma orientada:
Caso a conversa precise ser interrompida por questões de segurança, o atendimento pode ser retomado posteriormente do ponto em que foi interrompido, mesmo que a usuária tenha apagado a conversa com o chatbot.
Além de simplificar a solicitação, a JuLIA Sentinela contribui para reduzir o tempo entre o pedido de proteção e a ciência do magistrado. A integração entre atendimento, PJe e notificações em tempo real busca proporcionar uma resposta mais rápida em situações nas quais o tempo pode ser determinante para a proteção da vítima.
Com a JuLIA Sentinela, o TJPI utiliza inteligência artificial, automação e comunicação instantânea para reduzir barreiras de acesso à justiça e fortalecer a proteção às mulheres em situação de violência.
A iniciativa conquistou o 1º lugar no Prêmio de Justiça e Cidadania Professor Paulo Bonavides – Edição 2026, promovido pelo Superior Tribunal Militar (STM). Confira a notícia no site do TJPI e saiba mais sobre a conquista da solução.
Assista ao vídeo e conheça melhor a JuLIA Sentinela.